Tirania Olho para ti e lembro a noite à lareira, onde as juras foram eternas, mas onde o fogo se apagou rápido, tal como a lareira que de manhã se esfumou. Olho para ti e lembro os passeios à beira mar, onde os abraços foram ternos e seguros, mas que se foram com as ondas do mar, que vieram acariciar a areia da praia. Olho para ti e lembro as lágrimas de alegria, quando tudo era doce e um sonho, mas onde a tirania do amor imperou, tal como a tempestade impõe a sua lei. Olho para ti e lembro o meu coração a bater, quando me beijavas e as nossas mãos se uniam, mas que foram com o vento que levanta as folhas, e deixou apenas a pedra que ficou imóvel e fria.
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